Pular para o conteúdo

Como escolher o ponto certo para instalar um totem carregador

Movimento, tempo de permanência, espaço livre perto de uma tomada e um responsável interessado. Os quatro critérios que separam um bom ponto de um ponto que não rende.

Totem Santa Carga instalado em um estabelecimento de Belo Horizonte

O ponto é a decisão mais importante da operação. Um totem bem colocado gera conversa com anunciante, prova que o modelo funciona e se paga. Um totem mal colocado vira equipamento parado. Estes são os critérios que a rede usa para separar um do outro.

1. Movimento de pessoas, não de carros

Parece óbvio, mas é onde mais se erra. Interessa o número de pessoas que entram no estabelecimento, não o tamanho da rua. Uma academia de bairro com 400 alunos por dia costuma render mais que uma loja em avenida movimentada onde entram 30 pessoas.

Pergunte ao responsável quantos clientes passam por dia e em quais horários. Depois, visite no horário de pico e confira com os próprios olhos.

2. Tempo de permanência

O totem precisa de gente parada. Carregar o celular leva alguns minutos, e é nesse intervalo que a tela é vista.

Ambientes que funcionam bem:

  • academias, onde a pessoa fica mais de uma hora;
  • restaurantes e lanchonetes, com espera de mesa;
  • clínicas e hospitais, com sala de espera;
  • mercados e padarias, com fila de caixa;
  • salões, barbearias e oficinas, onde a espera é parte do serviço.

Ambientes mais difíceis: locais de passagem rápida, onde ninguém para.

3. Espaço livre perto de uma tomada

O totem ocupa pouco mais que o espaço de uma pessoa em pé, mas precisa ficar visível e perto de energia. Três perguntas resolvem:

  • onde fica a tomada mais próxima;
  • o lugar atrapalha a circulação ou a operação da loja;
  • o totem fica na linha de visão de quem espera.

Evite canto escondido, corredor estreito e área onde a equipe precisa passar com carrinho.

4. Um responsável que entende a troca

O estabelecimento cede o espaço e a energia. Em troca, oferece recarga de celular e Wi-Fi grátis aos clientes, sem pagar pelo equipamento. Quando o dono entende isso, ele cuida do totem, avisa quando algo sai do lugar e ajuda a apresentar o serviço.

Quando o dono aceita só para "testar", sem entender a troca, o totem costuma acabar atrás de uma pilha de caixas.

Como abordar o ponto

A conversa não é sobre publicidade. É sobre o que o estabelecimento ganha:

  1. Comece pelo cliente dele: "quantos clientes seus já pediram para carregar o celular no balcão?".
  2. Explique a troca em uma frase: o equipamento é instalado sem custo, em troca do espaço e da energia.
  3. Mostre o totem em funcionamento, de preferência em foto de um ponto parecido.
  4. Combine o lugar exato antes de instalar, para não ter retrabalho.

Um bom ponto abre portas para o próximo

Um totem instalado em um comércio conhecido do bairro vira argumento com o próximo estabelecimento e com os anunciantes da região. É por isso que a primeira instalação costuma pesar mais que as seguintes: ela deixa de ser teoria.

Quer ver pontos já instalados pelo Brasil? Veja onde a rede está.

Quer conhecer a franquia por dentro?

A apresentação traz o investimento, o modelo de receita e a avaliação da sua região.